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domingo, 4 de novembro de 2012

Camilo Castelo Branco - online

           
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Camilo C. Cranco grátis

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

sábado, 9 de julho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Fábrica da Pólvora - Barcarena


No mês de Junho, mais precisamente nos dias 25 e 26, vai realizar-se o Festival Internacional Histórias de Ida e Volta, na Fábrica da Pólvora de Barcarena.

A iniciativa terá a duração de dois dias e pretende concentrar o trabalho de fundo e continuidade que as bibliotecas municipais têm desenvolvido na área da promoção da leitura e das literacias, numa iniciativa mais alargada, aberta à comunidade, acolhendo e promovendo propostas de contadores de histórias e diversas propostas de intervenção artística apostadas na revitalização e reinvenção da memória colectiva.

O Festival pretende ainda promover e dinamizar a Fábrica da Pólvora, recriando e reinventando este lugar como espaço de revisitação da tradição, da memória e cultura populares.

O núcleo principal do Festival será constituído por dois momentos fundamentais: a realização de Contos no Portal Mágico e o Festival Internacional da Narração com a participação de narradores internacionais e nacionais como Tim Bowley, Rodolfo Castro, Cristina Taquelim, António Fontinha, entre outros.

Paralelamente, e gravitando ao redor deste núcleo, é nossa intenção promover uma série de actividades que vão desde uma Feira de Artesanato e Feira do Livro à presença de diversas performances de dança e música, artes de rua e oficinas diversas. Não esquecendo o Baile Final, um grande momento de festa com oGrupo Pé na Terra e a participação especial de Tiago Pereira com a apresentação do Vídeo Memória, um olhar diferente sobre esta grande iniciativa. Consulte o programa em:

ttp://catalogo.cm-oeiras.pt/screens/docs/programa_festival_historias_ida_volta.pdf

segunda-feira, 20 de junho de 2011

LEYA

sábado, 23 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro - Acções nas Livrarias Bertrand

A Bertrand promove um debate na primeira Quinta-feira de cada mês, na livraria do Chiado. À volta dos livros. Este mês, excepcionalmente, transferiu-se a conversa para o dia 23 de Abril, Dia do Livro — no mesmo sítio, à mesma hora (18h30). A próxima sessão será sobre o sector e o momento que este atravessa em Portugal “Nunca se publicou tanto, já se leu mais?”. Contamos com a participação do Comissário do PNL, Fernando Pinto do Amaral, com dois editores e com a moderação de Anabela Mota Ribeiro.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Dia Mundial da Poesia

A Semana da Leitura não poderia ter começado melhor. Integrado no projecto Ler em várias Línguas, ouvimos alunos e professores lerem poesia e prosa em Português, Espanhol, Italiano,Francês, Inglês, Alemão e Holandês.

Pablo Neruda, Poema 20

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Escribir, por ejemplo: "La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos".
El viento de la noche gira en el cielo y canta.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche..
Yo la quise, y a veces, ella también me quiso.
En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.
Ella me quiso, a veces yo también la quería.
Como no haber amado sus grandes ojos fijos.
Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido
Oír la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocío.
Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.
Eso es todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.
Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo
La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.
Ya no la quiero, es cierto, pero cuánto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.
De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.
Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.
Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque ésta sea el último dolor que ella me causa,
y éstos los últimos versos que yo le escribo.




O Francisco Soares, do 10º Ano -Turma I, leu um poema de José Luís Peixoto.


S. Leonardo da Galafura, de Miguel Torga, recordado pelo professor Vítor Antunes.

Para não esquecer esses momentos e, em jeito de brincadeira, preparámos estes crachás para a equipa da Biblioteca.