quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Novidades da Feira do Livro

domingo, 8 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Novidades na Feira do Livro

Babel aposta em 'túnel' e inéditos na Feira do Livro
Para a 81.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, o grupo editorial Babel preparou várias surpresas. Para além do lançamento de inéditos de Fernando Pessoa e Jorge Sena, foi reservado um espaço para divulgação de conteúdos digitais, envolvido num novo projecto que foi denominado Babel.
Forte destaque terá ainda a secção dedicada aos mais jovens, a cargo da nova chancelaria PI, pois "o primeiro livro que uma criança lê é marcante para toda a sua vida", tal como fez questão de salientar Paulo Teixeira Pinto, presidente do grupo. Na edição de 2011, a Babel não se limitou aos comuns pavilhões de exposição, tendo elaborado um "túnel" fechado, que se irá estender ao longo de 53 metros no Parque Eduardo VII, com várias áreas da literatura, da autoria da arquitecta Soledade Paiva de Sousa. Logo à entrada, o visitante depara-se com o 'e-quadrado', onde poderá contactar com os e-books, com um livro digital gigante de 1,70m por 1,25m que permite ser folheado como se de papel se tratasse. "Queremos ultrapassar os limites físicos dos livros de papel", destacou Paulo Teixeira Pinto. No entanto, apesar da novidade, ainda não será possível aos visitantes a compra e o download de conteúdos para estas plataformas."Para já, o que pretendemos é familiarizar os leitores com estas plataformas. A possibilidade de fazer downloads será uma outra fase", destacou o presidente do grupo. Em conferência com os jornalistas, Paulo Teixeira Pinto fez ainda uma revelação: "A Babel passará a ser o parceiro exclusivo para Portugal da Marvel e da Warner". Durante o encontro, o presidente da Babel destacou ainda as actividades desenvolvidas no Brasil, onde a editora possui uma sede desde Março deste ano. Alojada em São Paulo, com nove funcionários, apresenta-se "como uma editora não portuguesa, mas sim de língua portuguesa, com um segmento mono marca, pelo que não dispersará chancelas como acontece em Portugal".

O Grupo que agrega 17 editoras mantém o modelo diferenciado que inaugurou há três anos no certam e, a “Praça LeYa” com 16 pavilhões e uma zona central que acolherá os mais de 50 autores que irão ao parque autografar as obras, e ainda esplanada, um palco e um espaço infantil.
Os jazz ao final da tarde é uma parceria com a Out of the Blue e a escola de jazz Luís Villas-Boas/Hot Club de Portugal, disse à Lusa fonte do grupo.
A "Hora do editor" acontecerá todas as quintas das 19:00 às 20:00, e é definido como um período durante o qual “os editores das chancelas da LeYa estarão nos respetivos pavilhões para receber e contactar com os seus leitores”, disse a mesma fonte.
O Grupo LeYA terá uma zona de consulta de e-books, gerida pela livraria on-line Leya Mediabooks.com.
Inês Pedrosa, Lídia Jorge e Patrícia Reis são as primeiras autoras a autografar obras, logo no dia da abertura da feira que se manterá no Parque Eduardo VII até ao dia 15 de maio.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
FEIRA DO LIVRO DE LISBOA
A Feira do Livro de Lisboa volta a animar a cidade, até 15 de Maio. Serão dezoito dias de debates, apresentações, lançamentos e sessões de autógrafos, num novo horário: de Segunda à Sexta-feira a abertura será às 12h30, ao Sábado e ao Domingo, às 11h00. O encerramento será às 23h00, de Domingo a Quinta-feira, e às 24h00 à Sexta-feira e Sábado.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
segunda-feira, 25 de abril de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Dia Mundial do Livro - Acções nas Livrarias Bertrand
sábado, 16 de abril de 2011
Dias da Música no Centro Cultural de Belém
O balanço ainda é preliminar, como salvaguardou logo no início de uma conferência de imprensa o presidente do CCB, António Mega Ferreira, e a contabilização foi feita até às 17:30 de hoje.
“Às 17:30 tínhamos cerca de 23.600 bilhetes vendidos para uma capacidade total de 29 mil lugares que foram disponibilizados este ano nos 65 concertos do programa”, revelou Mega Ferreira. (...)
Para 2012, o tema do festival, segundo Mega Ferreira, é aquele que a organização sempre quis fazer desde o início da iniciativa, em 2007, mas que ainda não se tinha arriscado a fazer porque “era necessário consolidar a fórmula”.
“A fórmula tem de estar muito bem afinada para que tudo se contenha dentro dos limites orçamentais. É que a próxima edição é cara porque será dedicada à voz humana, seja ao canto através dos tempos, sobretudo a tradição ocidental de música, mas também aberta a outras culturas e a outras formas de expressão musical”, explicou Mega Ferreira.



